domingo, 31 de maio de 2020

9.941.949 CURSO ANÁLISES CLÍNICAS Laboratórios Material Didático

9.941.949 CURSO ANÁLISES CL... by CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA S... on Scribd

9.943.949 CURSO ANÁLISES CLÍNICAS Laboratórios Material Didático

9.943.470 Exames Em Laboratórios VOLUME I LIVRO REVISADO Sumário (42) by CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA SILVA on Scribd

9.941.948 DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL 2. 1. O Biólogo e a prática das Análises Clínicas.


Análises Clínicas
Exames em Laboratórios
Volume I
Prólogo.
Dedicação
Capítulo I
Introdução às  Análises Clínicas
1. Introdução.
1.1. Os exames.
1.1. Listas de exames em ordem alfabética.
1.1.1 - Exames Clínicos em ordem - Letra A.
1.1.2 - Exames Clínicos em ordem - Letra B.
1.1.3 - Exames Clínicos em ordem - Letra C.
1.1.4 - Exames Clínicos em ordem - Letra D.
1.1.5 - Exames Clínicos em ordem - Letra E.
1.1.6 - Exames Clínicos em ordem - Letra F
1.1.7 - Exames Clínicos em ordem – Letra G
1.1.8 - Exames Clínicos em ordem - Letra H.
1.1.9 - Exames Clínicos em ordem - Letra I.
1.1.10 - Exames Clínicos em ordem - Letra J.
1.1.11 - Exames Clínicos em ordem - Letra L.
1.1.12 - Exames Clínicos em ordem - Letra M.
1.1.13 - Exames Clínicos em ordem - Letra N.
1.1.14 - Exames Clínicos em ordem - Letra O
1.1.15 - Exames Clínicos em ordem - Letra P.
1.1.16 - Exames Clínicos em ordem - Letra Q.
1.1.17 - Exames Clínicos em ordem – Letra R 1.1.18 - Exames Clínicos em ordem - Letra S.
1.1.19 - Exames Clínicos em ordem - Letra T.
1.1.20 - Exames Clínicos em ordem - Letra U.
1.1.21 - Exames Clínicos em ordem - Letra V.
1.1.22 - Exames Clínicos em ordem - Letra X.
1.1.23 - Exames Clínicos em ordem - Letra Z
1.1.24 - Exames Clínicos em ordem - Letra K.
1.1.25 - Exames Clínicos em ordem - Letra W
1.2. Dúvidas frequentes quando dos exames.
1.2.1. Medicamento e remédio.
1.2.1.1. Medicamento segundo a Lei Federal 5.991, DE 17 DE DEZEMBRO DE 1973.
1.2.1.1.1. Finalidade dos Medicamentos (Lei Federal 5.991, 1973).
1.2.1.1.1.1. PRICIPIOS ATIVO.
1.2.1.1.1.2. Tipos.
1.2.1.1.1.3. Específicos.
1.2.1.1.1.4. Inespecíficos.
2. Análises Clínicas.
Capítulo I
ANEXOS
I, II, II e IV
LEI Nº 6.684, DE 3 DE SETEMBRO DE 1979. Regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá outras providências.
CAPÍTULO I
Da Profissão de Biólogo
CAPÍTULO IV
Do Exercício Profissional
 DECRETO No 85.005, DE 6 DE AGOSTO DE 1980. Regulamenta a Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979, que dispõe sobre as profissões de Biólogo e Biomédico e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá outras providências.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
CAPÍTULO II
DA PROFISSÃO DE BIÓLOGO
.CAPÍTULO III
DA PROFISSÃO DO BIOMÉDICO
CAPÍTULO VI
DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL
DECRETO Nº 88.439, DE 28 DE JUNHO DE 1983S Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biomédico de acordo com a Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.017, de 30 de agosto de 1982.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
CAPÍTULO II
DA PROFISSÃO DO BIOMÉDICO
DECRETO Nº 88.438, DE 28 DE JUNHO DE 1983S Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biólogo, de acordo com a Lei nº 6.684, de 3 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.017 de 30 de agosto de 1982.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
CAPÍTULO II
DA PROFISSÃO DE BIÓLOGO
CAPÍTULO V
DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL
2. 1.  O Biólogo e a prática das Análises Clínicas. 
2. 1.1. Regulamentação para a concessão de TRT em Análises Clínicas para Biólogos.
RESOLUÇÃO Nº 12, DE 19 DE JULHO DE 1993.
Dispõe sobre a regulamentação para a concessão de Termo de Responsabilidade Técnica em Análises Clínicas e dá outras providências.
2. 1.1.1. Biólogos. Justiça Federal garante o exercício das análises clínicas.
2. 1.2.  Análises Clínicas para Biólogos e a Resolução 10/2003.
Resolução CFBio nº 10 de 05/07/2003
Dispõe sobre as Atividades, Áreas e Subáreas do Conhecimento do Biólogo.
2.1.2.1  Análises Clínicas: conclusão em relação ao exercício das  atividades pelo Biólogo.
2.1.2.2  Análises Clínicas – Termo de Responsabilidade Técnica.
2.1.3.  Atividades Profissionais e das Áreas de Atuação do Biólogo... Análises Clínicas.
RESOLUÇÃO Nº 227, DE 18 DE AGOSTO DE 2010
Dispõe sobre a regulamentação das Atividades Profissionais e as Áreas de Atuação do Biólogo, em Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde e, Biotecnologia e Produção, para efeito de fiscalização do exercício profissional.
ANEXOS
V, VI, VII e VIII
ANEXO V
ANEXO VI
ANEXO VII
      TERMO DE COMPROMISSO
ANEXO VIII
2.2.  Algumas áreas da Análises Clínicas.
2.2.1.  Banco de Sangue.
2.2.2.  Bioquímica.






Capítulo II
Descrição dos Exames em Laboratórios
3. Biosegurança.

3.1. Conceitos.

Iconografia. Ver nota 3579.2016. Máscara facial com insuflamento de ar.
3.1.1. Biossegurança, legislação brasileira.
3.1.1.1. Biossegurança, legislação brasileira. LEI Nº 11.105, DE 24 DE MARÇO DE 2005.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E GERAIS
CAPÍTULO II
Do Conselho Nacional de Biossegurança – CNBS
CAPÍTULO III
Da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio
CAPÍTULO IV
Dos órgãos e entidades de registro e fiscalização

CAPÍTULO V
Da Comissão Interna de Biossegurança – CIBio

CAPÍTULO VI
Do Sistema de Informações em Biossegurança – SIB
CAPÍTULO VII
Da Responsabilidade Civil e Administrativa
CAPÍTULO VIII
Dos Crimes e das Penas
CAPÍTULO IX
Disposições Finais e Transitórias
ANEXO VIII -  Código  Categoria.  Descrição.
3.1.1.2. Biossegurança, legislação brasileira. MENSAGEM Nº 167, DE 24 DE MARÇO DE 2005.
MENSAGEM Nº 167, DE 24 DE MARÇO DE 2005.
3.1.1.3. Biossegurança, legislação brasileira. DECRETO Nº 5.591, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2005. Regulamenta dispositivos da Lei no 11.105, de 24 de março de 2005

DECRETO Nº 5.591, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2005.
Regulamenta dispositivos da Lei no 11.105, de 24 de março de 2005, que regulamenta os incisos II, IV e V do § 1o do art. 225 da Constituição, e dá outras providências.
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E GERAIS

CAPÍTULO II
DA COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA
Seção I
Das Atribuições
Seção II
Da Composição
Seção III
Da Estrutura Administrativa
Seção IV
Das Reuniões e Deliberações
Seção V
Da Tramitação de Processos
Seção VI
Da Decisão Técnica
Seção VII
Das Audiências Públicas
Seção VIII
Das Regras Gerais de Classificação de Risco de OGM
Seção IX
Do Certificado de Qualidade em Biossegurança
CAPÍTULO III
DO CONSELHO NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA
CAPÍTULO IV
DOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DE REGISTRO E FISCALIZAÇÃO
CAPÍTULO V
DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES EM BIOSSEGURANÇA
CAPÍTULO VI
DAS COMISSÇÕES INTERNAS DE BIOSSEGURANÇA - CIBio
CAPÍTULO VII
DA PESQUISA E DA TERAPIA COM CÉLULAS-TRONCO
EMBIONÁRIAS HUMANAS OBTIDAS POR FERTILIZAÇÃO
IN VITRO
CAPÍTULO VIII
DA RESPONSABILIDADE CIVIL E ADMINISTRATIVA
Seção I
Das Infrações Administrativas
Seção II
Das Sanções Administrativas
Seção III
Do Processo Administrativo
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Sergio Machado Rezende
ANEXO
 Classificação de Risco dos Organismos Geneticamente Modificados
 Classe de Risco II: todos aqueles não incluídos na Classe de Risco I.






3.1.1.1. Glossário – Os termos mais frequentes biossegurança (GUIMARÃES JR., 2001).
Biossegurança em saúde.
A biossegurança pode ser compreendida.
BIBLIOGRAFIA GERAL
Direitos Autorais e Licenciamento.
Apresentação.
Recomendamos os textos.

9.941.948 TEXTO DA EMENTA ANÁLISE CLÍNICAS LIVRO CURSO BIOQUÍMICA


CARGA HORÁRIA: 60 HORAS/PARTE DOS ESTUDOS DIRIGIDOS. PARTE DA DISCIPLINA ANÁLISES CLÍNICAS I. 1. Introdução. 2. Ph 3. Tampões. 4. Carboidratos. 5. Lipídios 6. Aminoácidos 7. Proteínas 8. Ácidos Nucléicos. 9. Enzimas 10. Vitaminas 11. Coenzimas. 12. Citologia – célula 13. Bioquímica da célula. 14. Metabolismo anaeróbico dos carboidratos 15. Catabolismo da glicose. 16. Ciclo do ácido tri-carboxilico 17. Metabolismo lipídico 18. Transporte de elétrons e fosforilação 19. Oxidativa. 20. Fotossíntese. 21. Ciclo do nitrogênio 22. Ciclo do enxofre 23. Metabolismo da amônia. 24. Monômeros nitrogenados. 25. Biossíntese dos ácidos nucléicos 26. Biossíntese das proteínas. 27. Regulação metabólica 28. Solução de problemas de ordem biológica. 29. Laboratório de Bioquímica. 30. Bibliografia geral.

9.941.947 EMENTA ANÁLISE CLÍNICAS LIVRO CURSO BIOQUIMICA

9.941.947 Ementa Análise Clínicas Livro Curso Bioquimica by CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA SILVA on Scribd

PRT 9.943.443 PRIMEIRA AULA VIRTUAL - Nesta data 01/06/2020 - REFERÊNCIA Introdução à Bioquímica.


Capítulo I
Introdução à Bioquímica.
  
Introdução.

A Bioquímica tem as suas raízes na história Química, em particular no interesse do homem a saber que transformações ocorriam nos organismos vivos, responsáveis pela sua origem, crescimento e metamorfose. As questões colocadas por aqueles que procuraram compostos na Natureza que curassem doenças, que se interrogaram sobre a fisiologia do corpo humano, que usaram processos naturais como a fermentação de cervejas e que observaram a decomposição da matéria orgânica, entre outros, lançaram as bases da Bioquímica tal como é conhecida na atualidade. Todos os sistemas vivos, do mais simples ao mais complexo, dependem de reações químicas fundamentais à sua sobrevivência. Os organismos crescem e reproduzem-se através da multiplicação celular. Assim, podemos iniciar a discussão perguntando de onde provêm os constituintes das células? Como os nutrientes absorvidos por um organismo são transformados em tecidos tão diversificados, como músculos ou o sangue? E como podem organismos tão pequenos como uma única célula ter uma vida independente? Os cientistas, pesquisadores e estudantes podem sugerir que as respostas a estas questões estão na base do desenvolvimento da Bioquímica. A Bioquímica pode ser definida como o estudo da química de organismos vivos e da química relacionada com esses organismos. Podemos dizer que exiswte uma interligação entre a Biologia e a Química, no entendimento das complexas reações e estruturas químicas que originam a  vida e os processos relacionados com a vida biológica. Podemos dizer que a Bioquímica é um campo híbrido da Química Orgânica, especializado nos processos químicos que ocorrem nos organismos vivos, mas na realidade a Bioquímica não pode ser considerada um ramo de estudo limitada a Biologia ou a Química - a Bioquímica incorpora todas as interações existentes da menor molécula biológica à maior célula existente. De uma forma essencial, a Bioquímica estuda a estrutura e função de componentes celulares (como enzimas e organelos) e os processos efetuados por moléculas de diferentes dimensões, como as proteínas, ácidos nucleicos, glícidos e lípidos, entre outros. Segundo a teoria da evolução, os organismos existentes na atualidade descendem de um antepassado comum, explicando a semelhança dos processos bioquímicos existentes em todos os organismos vivos. Posto de forma simples, a Bioquímica é a Química da Vida. Bioquímica - Seja experimentando in vitro ("no tubo"). Figura 1 – Álbum ANEXO.

Métodos de estudo.

Um dos métodos de estudo em Bioquímica é a aproximação reducionista a um problema. É usual fazer-se a purificação de componentes dos sistemas vivos, como proteínas, para estudar as suas propriedades de forma isolada. Esta aproximação é muito útil para o conhecimento profundo de aspectos estruturais e funcionais dos componentes dos sistemas vivos, mas tem a desvantagem de impedir o estudo de interações que ocorram in vivo: em uma célula, os componente se encontra isolado. Por isso, também existem métodos de estudo holísticos, que tentam determinar as propriedades de um sistema como um todo; um exemplo é o estudo do comportamento de vias metabólicas inteiras, em vez de estudar cada enzima que delas fazem parte. A Bioquímica é uma ciência essencialmente experimental, mas com o desenvolvimento de mais ferramentas computacionais e matemáticas, desenvolve uma grande área de investigação bioinformática associada. Algumas das aplicações mais populares incluem a previsão de interacção entre proteínas, a modelação da sua estrutura tridimensional, a comparação de sequências proteicas e nucleotídicas e a aplicação de modelos estatísticos a amostras reais.   Bioquímica - in vivo ("num sistema vivo") Figura 2 – Álbum ANEXO.
Bioinformática associada.  A bioinformática é um campo das ciências biológicas que está em rápido crescimento e está sendo desenvolvida para atender à necessidade de manipular-se com grandes quantidades de dados genéticos e bioquímicos. Estes dados, originados a partir do esforço individual de vários pesquisadores, estão relacionados entre si através de uma origem comum: as células dos organismos vivos. Para compreender a relação entre estas informações fragmentadas oriundas das diversas áreas da Biologia (tais como Biologia molecular, bioquímica estrutural, enzimologia, Biologia molecular, fisiologia e patologia), a bioinformática usa o poder computacional para catalogar, organizar e estruturar estas informações em uma entidade compreensiva e extremamente importante para a Biologia. Estas entidades são reflexões da organização celular da vida e seu denominador comum que é a evolução dos seres vivos a partir de uma forma ancestral comum.  Para muitos a bioinformática é uma importante ferramenta para a compreensão de como as informações contidas nos genes são refletidas em características fisiológicas, como inteligência, crescimento dos cabelos ou susceptibilidade ao câncer. De uma forma geral, a bioinformática é apresentada como sendo a ciência da criação e manutenção de base de dados (ou Bancos de Dados) e eventualmente a simulação de fenômenos dos organismos vivos. A bioinformática utiliza como ferramentas a matemática aplicada e a computação. A Biologia molecular de hoje seria impossível sem os recursos de bioinformática, tais como o armazenamento, distribuição e atualização das informações, as análises estatísticas, a modelagem de dados e a simulação de fenômenos biológicos em computador. Pesquisas e tratamentos médicos, neurobiologia e o uso de sofisticados equipamentos de laboratório seriam impossíveis sem os computadores. A medicina moderna utiliza muitos equipamentos analíticos e a realidade virtual para ajudar os médicos em seus diagnósticos, como na inserção de sondas miniaturizadas no interior de vasos e na realização de delicadas técnicas de microcirurgias. A neurobiologia está começando a mapear a anatomia cerebral e a composição celular, assim como os projetos genoma estão mapeando os cromossomos. A neuroinformática também é um novo e emergente ramo da bioinformática. Ela surgiu através do esforço colaborativo entre neurologistas, (cientistas que estudam cognição) e psicólogos. O cérebro e os neurônios estão sendo encarados como um sistema complexo que serve de modelo para o desenvolvimento de redes neurais de computadores, devido à forma com que os neurônios trabalham. Algoritmos genéticos e raciocínio não linear atualmente têm sido utilizados para o desenvolvimento de inteligência artificial e evolução computacional. Problemas biológicos ainda sem solução são agora os principais temas da Biologia computacional no mundo. A Bioquímica, a Biofísica, a Biologia molecular, a Biologia evolucionária, a Bioinformática, as neurociências e a Farmacologia são apenas alguns dos campos das ciências naturais que têm sido significativamente influenciados pelas ferramentas computacionais. Ao contrário dos fenômenos da física, os fenômenos biológicos, até recentemente, eram considerados imprevisíveis e muitos dos seus aspectos eram considerados indescritíveis. A introdução de ferramentas computacionais na Biologia tem reduzido brutalmente os problemas com o manuseio de dados e mais importante que isso, tem permitido a observação da relação existente entre as moléculas biológicas em seus respectivos campos da Biologia. As novas informações biológicas aliadas com o aumento da nossa habilidade em prever fenômenos biológicos têm reforçado muito o avanço da Biologia. A idéia da Biologia como uma ciência previsível é um estímulo para muitos cientistas, o que tem afastado a visão das ciências biológicas como ficção científica. A sociedade como um todo tem dedicado grande atenção à Biologia e a Medicina nas últimas décadas graças aos avanços ocorridos como a introdução de novas drogas e tratamentos que prolongam e aumentam a qualidade de vida. Estas novidades tem sido instrumento para colocar vários campos da Biologia, como a Bioquímica e a Biologia Molecular no pedestal da ciência.  Adaptado de Bioinformatic Basics – Applications in Biological Science and Medicine. Hooman H. Rashidi e Buehle. CRC EUA 2000;  The Genetic Algorithms Archive – um arquivo mantido por Alan C. Shultz no Centro para pesquisa aplicada em Inteligência artificial – http://w.aic.nrl.navy.mil/galist/.

Conclusão.

Bioinformática corresponde a aplicação das técnicas da Informática, no sentido de análise da informação na área de estudo da Biologia. Uma definição ampla e tentativa é então: (Bio)informática é o estudo da aplicação de técnicas computacionais e matemáticas à geração e gerenciamento de (bio)informação Alguns experts brasileiros da área acreditam que a bioinformática, como se entende tradicionalmente no meio acadêmico e não pela análise da palavra, é circunscrita à Biologia Molecular às vezes ainda mais específicamente restrita à Genômica. Outros acadêmicos, por outro lado, advogam a noção mais abrangente do termo para algo na direção da definição envolvendo informação biológica de modo geral. A Bioinformática combina conhecimentos de química, física, biologia, ciência da computação, informática e matemática/estatística para processar dados biológicos ou biomédicos. Buscando tratar os dados, é necessário desenvolver softwares para, por exemplo: identificar genes, prever a configuração tridimensional de proteínas, identificar inibidores de enzimas, organizar e relacionar informação biológica, simular células, agrupar proteínas homólogas, montar árvores filogenéticas, comparar múltiplas comunidades microbianas por construção de bibliotecas genômicas, analisar experimentos de expressão gênica entre outras inúmeras aplicações.  Bioinformática - Figura 3 – Álbum ANEXO.  Mapa do cromossomo X humano (a partir do site NCBI). Assembléia do genoma humano é uma das maiores conquistas da bioinformática.

A Bioinformática Estrutural pode ser entendida com uma área da Bioinformática responsável pelo estudo de moléculas que possuem estruturas, como por exemplo, DNA, RNA, proteínas e outros compostos menores. Um dos grandes desafios dessa área é compreender como essas moléculas interagem, as suas funções e observar suas estruturas. Algumas técnicas utilizadas são o alinhamento e comparação de sequências. Atualmente, uma das grandes aplicações da Bioinformática Estrutural é o desenvolvimento de novos fármacos, que tem crescido devido ao grande investimento de grandes empresas.  Bioinformática - Figura 4 – Álbum ANEXO. Bioinformática - Figura 5 – Álbum ANEXO. A título de referência para pesquisas dos interessados no assunto, apresento uma lista de laboratórios de bioinformática:  Esta é uma lista de laboratórios de bioinformática no Brasil:

                                                              i.      Pólo de Biologia Computacional e Sistemas- Fiocruz (em português).
                                                            ii.      Centro APTA Citros "Sylvio Moreira" (IAC) (em português).
                                                          iii.      Laboratório de Bioinformática - Centro APTA Citros (em português).
                                                          iv.      Centro de Pesquisas René Rachou - FIOCRUZ-MG (CPqRR) (em português).
                                                            v.      Laboratório de Bioinformática do CPqRR - Dr. Guilherme Oliveira's Lab (em português).
                                                          vi.      CEBio - Centro de Excelência em Bioinformática (em português).
                                                        vii.      Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) (em português).
                                                      viii.      Laboratório de Bioinformática Aplicada - Embrapa Informática Agropecuária (em português).
                                                          ix.      Laboratório de Bioinformática Estrutural - Embrapa Informática Agropecuária (em português).
                                                            x.      Laboratório de Bioinformática - Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (em português).
                                                          xi.      Laboratório de Bioinformática e Genômica Animal - Embrapa Gado de Leite (em português).
                                                        xii.      Dr. Marcos Vinícius Gualberto Barbosa da Silva (em português).
                                                      xiii.      Dr. Wagner Arbex (em português).
                                                      xiv.      Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer (ILPC) (em português).
                                                        xv.      Laboratório de Biologia Computacional (em português).
                                                      xvi.      Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) (em português).
                                                    xvii.      Laboratório de Bioinformática do LNCC (em português).
                                                  xviii.      Nucleo de Genomica e Bioinformatica (NUGEN) - Universidade Estadual do Ceara (UECE) (em português).
                                                      xix.      Laboratório de Bioinformatica e Biologia Computacional, NUGEN/UECE (em português).
                                                        xx.      Universidade de Brasília (UnB) (em português).
                                                      xxi.      Laboratório de Bioinformática (em português).
                                                    xxii.      Universidade Estadual Paulista Campus de Jaboticabal (FCAVJ) (em português).
                                                  xxiii.      Laboratório de Bioquímica de Microrganismos e Plantas (LBMP) (em português).
                                                  xxiv.      Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) (em português).
                                                    xxv.      Laboratório de Bioinformática - LABI (em português).
                                                  xxvi.      Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) (em português).
                                                xxvii.      Núcleo de Biologia Computacional e Gestão de Informações. Biotecnológicas da UESC (em português).
                                              xxviii.      Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) (em português).
                                                  xxix.      Laboratório de Biodados (em português).
                                                    xxx.      Universidade Federal do Pará (UFPA) (em português).
                                                  xxxi.      Laboratório de Genética Humana e Médica (em português).
                                                xxxii.      Bioinformática da UFPR (em português).
                                              xxxiii.      Instituto de Biologia Molecular do Paraná - Curitiba-PR(IBMP) (em português).
                                              xxxiv.      Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional (em português).
                                                xxxv.      Laboratório de Bioinformática da UTFPR (em português e em inglês).
                                              xxxvi.      Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) (em português).
                                            xxxvii.      Núcleo de Bioinformática do Laboratório de Imunogenética (em português).
                                          xxxviii.      Grupo de Bioinformática Estrutural (em português).
                                              xxxix.      Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (em português).
                                                          xl.      Laboratório de Biotecnologia Sustentável e Bioinformática Microbiana, IMPPG, (UFRJ) (em português).
                                                        xli.      Universidade Federal de Viçosa (UFV) (em português).
                                                      xlii.      Laboratório de Bioinformática do Bioagro (em português).
                                                    xliii.      Universidade de São Paulo (USP) (em português).
                                                    xliv.      Laboratório de Genética Molecular e Bioinformática (em português).
                                                      xlv.      LabPIB - Laboratório de Processamento de Informação Biológica (em português).
                                                    xlvi.      Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto(USP) (em português)
                                                  xlvii.      Grupo de Bioinformática, Laboratório de Bioinformática - Departamento de Genética - Grupo do Prof. Wilson (em português).
                                                xlviii.      Grupo de Bioinformática, Laboratório de Bioinformática - Departamento de Genética (em português).
                                                    xlix.      Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (em português).

Referencias Bibliográficas para formatação do texto:

  1. Attwood T.K., Gisel A., Eriksson N-E. and Bongcam-Rudloff E. (2011). Concepts, Historical Milestones and the Central Place of Bioinformatics in Modern Biology: A European Perspective. Bioinformatics - Trends and Methodologies. InTech. Página visitada em 8 Jan 2012.
  2. 535980 A field guide to experts, BMJ (2004) 329:1460–1463.
  3. [http://www.brainyquote.com/quotes/quotes/f/franklind125000.html There are as many opinions as there are experts. Franklin D. Roosevelt.].
  4. Bioinformática, genes e inovação, Revista ComCiência 08/2003.
  5. Bioinformatics: perspectives for the future, Genet. Mol. Res. 3 (4): 564-574 (2004).
  6. Biological Sequence Analysis: Probabilistic Models of Proteins and Nucleic Acids. R. Durbin, S. Eddy, A. Krogh, and G. Mitchison. Cambridge University Press, 1998.
  7. Computational Genome Analysis An Introduction, Richard Deonier, S Tavaré, and Michael S. Waterman, Springer Verlag, 2005.
  8. L. Hunter. Life and Its Molecules: A Brief Introduction. AI Magazine 25(1):9-22, 2004. Uma versão mais antiga mas mais detalhada está como introduction to molecular biology for the computer scientist.
  9. Livro WEB: Genomes, T.A. Brown.
  10. Livro WEB: Molecular Cell Biology by Lodish, Berk, Matsudaira, Kaiser, Krieger, Scott, Zipursky, and Darnell.
  11. Introduction to BioInformatics, Mark Craven, UW-Madison.
  12. Computational Molecular Biology, Sean Eddy, Washington University.
  13. Algorithms for Molecular Biology, Ron Shamir, Tel Aviv University.
  14. Computational Molecular Biology, Doug Brutlag & Lee Kozar, Stanford.
  15. Representations and Algorithms for Computational Molecular Biology, Russ Altman, Stanford.
  16. MIT Open Courseware MO640/MC931 Biologia Computacional, João Meidanis, UNICAMP.
  17. CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução a bioquímica. 4 ed. Tradução de J. R. Magalhães; L. Mennucci. São Paulo: Edgard Blücher, 1980. 525 p. Tradução de: Outlines of biochemistry.
  18. LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. Tradução de W.R. Loodi, e A.A. Simões. São Paulo: Sarvier, 1995. 839 p. Tradução de: Principles of biochemistry.
  19. VIEIRA, E.C.; GAZZINELLI, G.; MARES-GUIA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360 p.

Bibliografia do Capítulo. Secção.

  1. ALFENAS, A. C. et al. Eletroforese de proteínas e isoenzimas de fungos e essências florestais. Viçosa: UFV, 1991. 242 p.
  2. BAUM, S. J.; BOWEN, W. R. Exercises in organic and biological chemistry. New York: Macmillan, 1972, 228 p.
  3. CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 ed. Traduação de H. B. Fenema et al. Porto Alegre: Artmed, 2000. 751 p. Traduação de : Biochemistry.
  4. CLARK, J. M. Bioquímica experimental. Zaragoza: Acribia, 1966, 287 p.
  5. COELHO, A. P. Práticas de bioquímica. 3 ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1979. 204 p.
  6. *CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução a bioquímica. 4 ed. Tradução de J. R. Magalhães; L. Mennucci. São Paulo: Edgard Blücher, 1980. 525 p. Tradução de: Outlines of biochemistry.
  7. COOPER, T. G. The tools of biochemistry. New York: John Wiley & Sons, 1977. 423 p.
  8. GORNALL G.A.; BARDAWILL, J.; DAVID, M. M. Determination of serum proteins by means of the biuret reaction. Journal of Biological Chemistry, Bethesda, v. 177, p. 751 - 766. 1949.
  9. GUIA dos trabalhos práticos de bioquímica. Belo Horizonte: UFMG. Departamento de Bioquímica - Imunologia – ICB, s.d. 45 p.
  10. **LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. Tradução de W.R. Loodi, e A.A. Simões. São Paulo: Sarvier, 1995. 839 p. Tradução de: Principles of biochemistry
  11. LITWACK, G. Experimental_biochemistry - a laboratory manual. 3 ed. New York: John Wiley & Sons, 1964. 313 p.

  1. NOELTING, G.; BERNFELD, P. Sur les enzymes amylolytiques. III La beta amylase: dosage d'activité et controle de l'absence d'alfa amylase. Helvetica Chemical Acta, Basel, v. 31, p. 286 - 290. 1948.
  2. PERRIN, D. D.; DEMPSEY, B. Buffers for pH and metal ion control. London: Chapman and Hall, 1974.176 p.
  3. RAW, I.; COLLI, W. Fundamentos de bioquímica. Brasília: UNB, 1965. 133 p.
  4. RENDINA, G. Experimental methods in modern biochemistry. Philadelphia: W. B. Saunders, 1971. 333 p.
  5. SANTOS, C. D. Fisiologia e bioquímica da digestão em Erinnyis ello (Lepidoptera: Sphingidae). São Paulo: USP, 1985. 178 p. (Tese de Doutorado em Bioquímica).
  6. SMITH, I. & FEINBERG, J. G. Paper e thin layer chromatography and electrophoresis. 2 ed. Glasgow: Bell and Bain, 1965. 241 p.
  7. STRYER, L. Bioquímica. 4 ed. Tradução de A. J. M. da S. Moreira; J. P. de Campos. L. F. Macedo; P. A. Motta; P. R. P. Elias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 1000p. Tradução de: Biochemistry.
  8. ***VIEIRA, E.C.; GAZZINELLI, G.; MARES-GUIA, M. Bioquímica celular e biologia  molecular. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360 p.

 Indicação de bibliografia de Bioquímica, livros, sugestões de leitura, guias, manuais.

    • Manual de Bioquímica com correlações clínicas
    • Autor: Devnin, Thomas M.
    • Editora: Edgard Bluncher
    • Biologia e Bioquímica
    • Autor: vários autores
    • Editora: Phorte Editora
    • Bioquímica clínica para o laboratório
    • Autor: Motta, Valter T.
    • Editora: Medbook
    • Bioquímica Ilustrada
    • Autor: Champe, Pamela
    • Editora: Artmed
    • Bioquímica Básica
    • Autor: Marzzoco, Anita
    • Editora: Guanabara
    • Princípios de Bioquímica de Lehninger
    • Autor: Cox, Michael
    • Editora: Artmed
    • 4.000 questões de Farmácia e Bioquímica
    • Autor: Carioca, Raimundo Nonato Azevedo
    • Editora: Nilo Book
    • Bioquímica de Alimentos
    • Autor: Koblitz, Maria Gabriela Bello
    • Editora: Guanabara
    • Fungos, uma introdução a Biologia, Bioquímica
    • Autor: Azevedo, João Lucio de
    • Editora: Educs
    • Bioquímica Médica
    • Autor: Baynes, John
    • Editora: Elsevier (Medicina)

Bibliografia geral para o Capítulo. Complemento.

1.      BERK, Z. Braverman´s introduction to the biochemistry of foods. 1. ed. Amsterdam: Elsevier, 1976. 315p.
2.      BOBBIO, F.O.; BOBBIO, P.A. Introdução à química de alimentos. 3. ed. São Paulo: Varela, 2003. 238p.
3.      BOBBIO, F. O; BOBBIO, P.A. Química do processamento de alimentos. 3. ed. São Paulo: Varela, 2001. 478p.
4.      BOBBIO, F. O; BOBBIO, P.A. Introdução à química de alimentos. 1. ed. São Paulo: Varela, 1989. 225p.
5.      CISTERNAS, J.R.; VARGA, J.; MONTE, O. Fundamentos de bioquímica experimental. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 276p.
6.      COULTATE, T.P. Food: the chemistry of its components. 3. ed. Cambridge: Royal Society of Chemistry, 1996. vii, 360p.
7.      LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios de Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2000. 839p.
8.      MORITA, T; ASSUMPÇÃO, R.M.V. Manual de soluções, reagentes e solventes. 2. ed., São Paulo: Edgard Blücher, 1986.
9.      REIS, M. Completamente Química. v.3. São Paulo: FTD, 2000. Coleção Completamente química, ciência, tecnologia e sociedade. p. 335-398.
10.  SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica, v.2. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. p. 354 - 496.
11.  REMIÃO, J.O.R.; SIQUEIRA, A.J.S.; AZEVEDO, A.M.P. Bioquímica: guia de aulas práticas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003. 214p.
12.  ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos: teoria e prática. 3. ed. Viçosa: UFV, 2004. 478p.
13.  UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA. Bioquímica: aulas práticas. 2.ed. Curitiba: Scientia et Labor, 1988. 116p.
Lipídios.
14.  UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Departamento de química. Lipídios: as biomoléculas hidrofóbicas.Disponível em: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/lipidios/lipidios.html . Acesso em: 12/10/2004.
15.  UNIVERSITY OF CINCINNATI CLERMONT COLLEGE. Lipids: fats, oils, waxes, etc. Disponível em: http://biology.clc.uc.edu/courses/bio104/lipids.htm. Acesso em: 02/09/2004.
Carboidratos.
16.  BOSCOLO, M. Sucroquímica: síntese e potencialidades de aplicações de alguns derivados químicos de sacarose. Química Nova, v.26 (6), 2003. p. 906-912.
17.  FERREIRA, V.F.; SILVA, F.C.; PERRONE, C.C. Sacarose no laboratório de química orgânica de graduação. Química Nova, v. 24 (6), 2001. p. 905-907.
18.  UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Departamento de química. Doce como o açúcar.
19.  Disponível em: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/sugar.html . Acesso em: 12/11/2004.
20.  INTERNATIONAL STARCH INSTITUTE. Starch. Denmark, 1999. Disponível em: http://home3.inet.tele.dk/starch/isi/starch/starch.htm. Acesso em: 25/09/2004.
Aminoácidos e proteínas.
21.  HAWK, P.B; OSER, B.L.; SUMMERSON; W.H. Practical physiological chemistry. 13.ed. Nova Iorque: Book Company, 1954. p. 166-181
22.  LOURENÇO, E.J. Tópicos de proteínas de alimentos. 1.ed. Jaboticabal: Funep, 2000. 344p.
23.  ROBYT, J.F.; WHITE, B.J. Biochemical techniques: theory and practice. Estados Unidos: Waveland Press, 1987. p. 226-2330.
24.  ZAIA, D.A.; ZAIA, C.B.V. Determinação de proteínas via espectrofotometria: vantagens e desvantagens dos métodos existentes. Química Nova, v.21(6), p.787 - 793, 1998.
25.  UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Departamento de química. O mundo das proteínas.
26.  Disponível em: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/proteinas.html . Acesso em: 12/10/2004.
Análise de alimentos.
27.  SILVA, P.H.F. Leite: aspectos de composição e propriedades. Química Nova na Escola, n.6, 1997.